Domingo, Novembro 16, 2008

Eu não sou capitalista por beber coca-cola. Sou consumista.
Seria capitalista de comprasse acções da coca-cola e depois as vendesse na esperança de assim comprar mais garrafas de coca-cola. Se pensarmos que o dinheiro que eu gastaria em coca-cola gastei em acções que depois vendi para comprar ainda mais coca-cola, coloca-se a questão: quem ganhou o quê? A coca-cola ganhava se comprasses coca-cola, mas como compraste ainda mais e ainda aumentaste o valor das acções do director da coca-cola ainda lucrou mais contigo.
Claro que se o valor das acções da coca-cola baixassem rapidamente tu e o director da coca-cola deixariam de ter dinheiro em acções, ou seja, tu terias de beber a mesma coca-cola de antes.
Aha! Pensavas que não ias beber nenhuma? Claro que ias. Desde quando vendes uma acção para beber coca-cola? Logo a empresa faz o mesmo dinheiro que antes, sem acções.
Por isso digo. A crise não existe. Seus porcos capitalistas.
Mania de quererem aquilo que não têm...

Quarta-feira, Novembro 12, 2008

Limpar o fogão é sempre uma pequena viagem ao passado... quando terei feito aquela sopa... aquele pedaço de arroz... Hoje viajei até ao concerto da Madonna, quando assámos pimentos todos juntos... Verdes e vermelhos... ai ai...

Segunda-feira, Novembro 10, 2008

Sinto-me importante ao chegar a casa a estas horas e ter ainda para enviar 4 mails.
Acharei este mundo capitalista no dia em que tiver um código de barras no meu cartão de cidadão!

Domingo, Novembro 09, 2008

Será possível?
Tanta impaciência, com tanto projecto, que tudo se acabou por realizar... e acabo por ficar na impaciência pelo que se segue...
Pufff...
E tudo projectado para ser sozinho. Sempre. Já devia ter projectado para fazer as coisas acompanhado. Ou não. Ganhei assim a convicção que tudo se consegue na vida se uma pessoa quiser.
Ainda não aprendi que são precisos 2 para atingir o que quer que seja.
Talvez por isso só lá chegue sozinho. Talvez por isso me sinta melhor sozinho.
E invariavelmente voltarei a achar que preciso de companhia... e invariavelmente voltarei a achar que não. Como decidir onde quebrar o ciclo?